Cebolinha: amor que não cabe na saudade
Cebolinha: amor que não cabe na saudade
Hoje escrevo a crônica mais difícil: a despedida do meu Cebolinha, meu filho de quatro patas, que viveu 16 anos e 9 meses, enchendo nossa casa de amor, coragem e pequenas alegrias.
Mesmo sendo cadeirante, ele nos ensinou que a vida não se mede pelos passos, mas pela vontade de seguir em frente, pelo carinho oferecido e pelos caminhos que o coração inventa.
Foi meu companheiro, meu menino e minha inspiração para três livros infantis: O Pituco, O Jardineiro Grego e Cebolinha, o cãozinho cadeirante. Sem saber escrever, ele deixou sua história gravada em mim.
Sua partida deixa uma dor irreparável. Meu esposo, o jornalista Guto Villanova, e eu sentimos sua ausência em cada cantinho da casa, mas guardamos nossas lembranças como quem recolhe estrelinhas: os passeios, os olhares, as manias e todo o amor imenso que ele nos deu.
Cebolinha, agora suas patinhas descansam, mas sua história continua passeando pelas páginas dos livros e florescendo no jardim da nossa memória.
Obrigada por nos escolher e por transformar nossa vida de tantas maneiras. Você será para sempre nosso pequeno grande amor.
Com amor e saudade,

Angélica Rizzi e Guto Villanova 🌹🐾

_edited.png)

























