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Cebolinha: amor que não cabe na saudade

10 de out.
1 min de leitura

Cebolinha: amor que não cabe na saudade

Hoje escrevo a crônica mais difícil: a despedida do meu Cebolinha, meu filho de quatro patas, que viveu 16 anos e 9 meses, enchendo nossa casa de amor, coragem e pequenas alegrias.

Mesmo sendo cadeirante, ele nos ensinou que a vida não se mede pelos passos, mas pela vontade de seguir em frente, pelo carinho oferecido e pelos caminhos que o coração inventa.

Foi meu companheiro, meu menino e minha inspiração para três livros infantis: O Pituco, O Jardineiro Grego e Cebolinha, o cãozinho cadeirante. Sem saber escrever, ele deixou sua história gravada em mim.

Sua partida deixa uma dor irreparável. Meu esposo, o jornalista Guto Villanova, e eu sentimos sua ausência em cada cantinho da casa, mas guardamos nossas lembranças como quem recolhe estrelinhas: os passeios, os olhares, as manias e todo o amor imenso que ele nos deu.

Cebolinha, agora suas patinhas descansam, mas sua história continua passeando pelas páginas dos livros e florescendo no jardim da nossa memória.

Obrigada por nos escolher e por transformar nossa vida de tantas maneiras. Você será para sempre nosso pequeno grande amor.

Com amor e saudade,

Angélica Rizzi e Guto Villanova 🌹🐾

 
 
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