Julietas & Romeus - Coluna semanal de Angélica Rizzi no Portal Vem Zona Norte (link abaixo https://vemzonanorte.com.br/noticia/2845871/coluna-julietas-romeus-de-angelica-rizzi-julien-sorel-no-role-moderno) Como o amor sobrevive no século XXI? Sentada entre os meus clássicos favoritos, criei a coluna Julietas & Romeus para responder a essa pergunta. Meu objetivo é confrontar a paixão arrebatadora das grandes obras literárias com a pressa dos aplicativos de relacionamento de
O amor no tempo do WiFi inhttps://vemzonanorte.com.br/noticia/2845871/coluna-julietas-romeus-de-angelica-rizzi-julien-sorel-no-role-modernostável.(por Angélica Rizzi) Quem foi que disse que o romantismo morreu? Ele só ganhou um plano de dados limitado e aquela ansiedade clássica de ver os três pontinhos digitando... que somem do nada. Às três da manhã, olhando pro teto, me peguei pensando: como os casais da literatura clássica sobreviveriam hoje? Se Elizabeth Bennet vivesse n
O amor no tempo do Wi-Fi instável Quem foi que disse que o romantismo morreu? Ele só ganhou um plano de dados limitado e aquela ansiedade clássica de ver os três pontinhos digitando... que somem do nada. Às três da manhã, olhando pro teto, me peguei pensando: como os casais da literatura clássica sobreviveriam hoje? Se Elizabeth Bennet vivesse no século XXI, ela não recusaria Mr. Darcy por carta; ela daria ghosting nele após um tweet fofo-porém-esnobe. E o Darcy? Seria aquele
- ❤️A Matemática do Amor: 16 anos e 8 meses - Há uma aritmética muito particular que rege a vida ao lado de quem a gente ama. Não se mede o tempo em ponteiros, mas em suspiros, olhares e na cadência mansa de um coração que confia. Hoje, meu pequeno grande guerreiro de quatro rodas completa 16 anos e 8 meses. Quando olho para trás, para o início em que o mundo parecia desabar sobre patinhas que perderam o rumo do chão, percebo o quanto aprendi sobre a finitude. A verdadeira li
Quando o céu de Porto Alegre desaba em chuva, o som que ecoa pela casa é o mais doce do mundo: o rodar manso das rodinhas do Cebolinha pelo assoalho. Com dezesseis anos e sete meses, meu velhinho cadeirante me ensina todos os dias a arte de desacelerar, e foi essa urgência de guardar cada pedacinho da nossa história que me inspirou a eternizá-lo em livro. Mas, quando o temporal aperta e a grama molhada pede trégua, a nossa rotina ganha um toque de aventura: eu, o Cebolinha e
🥰 Magia, Sorrisos e Histórias: Meu Dia na Feira do Livro de Araricá!(Foto na EMEI Raio de Luz). O dia 19 de agosto amanheceu com aquela neblina charmosa do nosso Rio Grande do Sul, mas logo o cinza deu lugar à pura cor e à energia contagiante da infância! Participar da 2ª Feira do Livro de Araricá foi uma verdadeira festa para a alma. Minha jornada começou cedinho com visitas para lá de especiais a escolas de Educação Infantil do município que adotaram minhas obras. É uma se
O Caminho se Faz Caminhando🐾 A vida não nos promete um trajeto livre de obstáculos. Às vezes o chão é feito de pétalas; outras, de espinhos. Mas a escolha de avançar — com amor, coragem e um novo compasso — depende inteiramente de nós. Transformar o Cebolinha em literatura e em música foi a maneira que encontrei de eternizar essa filosofia. Cada verso e acorde carregam o som rítmico das rodinhas dele, lembrando que a deficiência e a velhice não são o fim da linha. O jardim q