Escritora Angélica Rizzi participa da Feira do Livro de Sapiranga nesta quinta-feira (22) Com programação voltada a leitores e contação de histórias, autora realiza encontros pela manhã e à tarde no Parque do Imigrante com entrada franca A escritora e multiartista Angélica Rizzi é uma das atrações confirmadas na programação da Feira do Livro de Sapiranga. Nesta quinta-feira (22), às 8h, a autora se encontra com o público na Sala Entre Mundos, localizada no Parque Municipal
OUTUBRO ROSA | Um lembrete sobre a vida Nós, que escrevemos histórias, sabemos que nem sempre conhecemos os capítulos seguintes. Ainda assim, seguimos escrevendo, amando, fazendo planos e adiando algumas coisas — até mesmo o cuidado conosco. Neste Outubro Rosa, quero deixar um lembrete simples, de mulher para mulher: não se coloque sempre no fim da sua própria lista. Que o cuidado com a saúde encontre espaço entre os sonhos, os livros, o trabalho, os afetos e todas as urgênci
📗📘📘 Feliz Dia dos Professores! Meu carinho e minha admiração a todos os professores e professoras que transformam vidas por meio do conhecimento, da escuta e da palavra. Sou filha de professores e trago comigo, com muito carinho e orgulho, a herança de quem fez da educação uma forma de amor. Gratidão a todos os que acreditam em um mundo melhor através da educação! Com carinho, Angélica Rizzi. 🌷 https://youtube.com/shorts/Zocfc7K1DNA?is=1vZudJY7-r1CRDsJ
Cebolinha: amor que não cabe na saudade Hoje escrevo a crônica mais difícil: a despedida do meu Cebolinha, meu filho de quatro patas, que viveu 16 anos e 9 meses, enchendo nossa casa de amor, coragem e pequenas alegrias. Mesmo sendo cadeirante, ele nos ensinou que a vida não se mede pelos passos, mas pela vontade de seguir em frente, pelo carinho oferecido e pelos caminhos que o coração inventa. Foi meu companheiro, meu menino e minha inspiração para três livros infantis: O P
Cebolinha e os dias de chuva 🐾☔ Há dias em que o céu amanhece cinza e parece dizer baixinho: hoje, o mundo vai andar mais devagar. São os dias de chuva. E, quando ela chega, olho para Cebolinha e penso em tudo o que já vivemos juntos. Ele tem 16 anos e 7 meses e ficou cadeirante aos quatro anos. Desde então, aprendi com ele que uma cadeira não define um corpo — muito menos uma história. Nos dias de sol, sua cadeirinha ganha as ruas. Quando chove, nossos passeios mudam de end
20 de Setembro — minhas raízes, meu Rio Grande 💚❤️💛 Ser gaúcha é carregar no peito a memória, a coragem e o amor por esta terra. Hoje, celebro meu Rio Grande ao lado de Cebolinha, meu companheiro de 16 anos e 8 meses, cadeirante desde os quatro. Ele me ensina, todos os dias, que não são as pernas que nos fazem seguir, mas a força do coração. https://youtube.com/shorts/0OSYBHKbup8?is=ai8jSpUXN1s8_sc5Eu e Cebolinha seguimos juntos, pelas estradas da vida, levando conosco noss
Julietas & Romeus - Coluna semanal de Angélica Rizzi no Portal Vem Zona Norte (link abaixo https://vemzonanorte.com.br/noticia/2845871/coluna-julietas-romeus-de-angelica-rizzi-julien-sorel-no-role-moderno) Como o amor sobrevive no século XXI? Sentada entre os meus clássicos favoritos, criei a coluna Julietas & Romeus para responder a essa pergunta. Meu objetivo é confrontar a paixão arrebatadora das grandes obras literárias com a pressa dos aplicativos de relacionamento de
O amor no tempo do WiFi inhttps://vemzonanorte.com.br/noticia/2845871/coluna-julietas-romeus-de-angelica-rizzi-julien-sorel-no-role-modernostável.(por Angélica Rizzi) Quem foi que disse que o romantismo morreu? Ele só ganhou um plano de dados limitado e aquela ansiedade clássica de ver os três pontinhos digitando... que somem do nada. Às três da manhã, olhando pro teto, me peguei pensando: como os casais da literatura clássica sobreviveriam hoje? Se Elizabeth Bennet vivesse n